Saturday, 21 December 2013

Dando graças

Ao deitar a cabeça na almofada, fecho os olhos e revejo o meu dia... a semana, o mês e o ano.
E subitamente apercebo-me que, na casa dos 30, alcancei tudo o que sonhei para mim quando era mais nova: estou a trabalhar/viver fora do meu país, tenho um homem maravilhoso que me ama e sou mãe de uma bebé adorável.
Para o bem e para o mal, alcancei os meus objectivos para a vida - aqueles que prioritizei a dada altura. Talvez não os tenha desejado nas circunstâncias em que os tenho mas tornei-os realidade. Mas não sem muito lutar, não sem muito aperto no coração, não sem ter que prescindir de algumas coisas para alcançar outras.
E é assim que me sinto abençoada e dou graças por tudo o que tenho...

Thursday, 5 December 2013

Canções de embalar

Não conheço muitas canções de embalar portuguesas e por isso vou cantando qualquer música que me venha à cabeça o que, por enquanto, surte o mesmo efeito.
No entanto, a minha preferida (era com ela que embalava as minhas sobrinhas) é a "Querida pequenina" dos Xutos & Pontapés, seguida pela "Coisas pequenas" dos Madredeus.
Mas esta foi a de hoje e a Maria parece ter gostado :)



Sunday, 24 November 2013

Visitas

Depois da visita da avó materna no final de Setembro, agora foi a vez da avó paterna e tio mais novo virem conhecer a Maria.
Hoje fomos mostrar-lhes a zona dos bunkers em Bunik e aproveitámos para nos encontrarmos com amigos na Theehuis Rhijnauwen, conhecida pelas famosas panquecas.
E terminámos com um passeio a pé ali nas redondezas, onde pudemos apreciar a beleza das cores do Outono, nuns amenos 6º C...

Wednesday, 20 November 2013

The joys of motherhood

Aos 2 meses e meio, Maria aprendeu a dar aqueles adoráveis guinchinhos que os bebés dão quando estão na brincadeira... e também aprendeu a usar esses guinchinhos - no tom mais alto e agudo possível - para protestar sempre que não está satisfeita com alguma coisa. Um dia a casa vem abaixo!

Tuesday, 19 November 2013

Sobre os holandeses

Ora aqui vai um exemplo perfeito da minha experiência com os holandeses no que diz respeito à língua:

Aguardava ser contactada por um médico via telefone: Quando ele me ligou, 
não pude atender e deixou-me uma mensagem de voz... em holandês, claro está.
Liguei de volta e expliquei, em inglês, que não falo holandês pelo que não tinha compreendido a mensagem. Explicou-me tudo em inglês sem problemas e pareceu-me ser muito simpático.
Uns dias mais tarde, envia-me uma mensagem de texto para o telemóvel - em holandês. Respondo-lhe a dizer que não tinha a certeza de ter entendido bem a mensagem pois tive que recorrer ao Google translator.
Liga-me no dia seguinte - novamente, não pude atender e deixa-me nova mensagem de voz... em holandês!
O que me irrita nos holandeses? É que às vezes interrogo-me se são mesmo distraídos ou simplesmente arrogantes.

Monday, 18 November 2013

The joys of motherhood

E quando, na altura de mudar a fralda, o cocó vem na modalidade "free style" e sai em forma de jacto??
Valeu ter a mão à frente para que não chegasse à porta! E nada como sentir aquele cocó quentinho na mão...

Thursday, 31 October 2013

Consulta pós-parto

Ontem fui à consulta de revisão pós-parto com a verloskundige.
Perguntaram-me como me sinto e agora, ao olhar para trás, como vejo a experiência do parto.
Entre outros tópicos, foi abordada a amamentação, a perda dos lóquios e o regresso à actividade sexual e ao exercício físico.
Ainda me examinou (só porque abordei o assunto) para se certificar que os pontos estão bem cicatrizados.
E assim termina a minha experiência com as parteiras Holandesas :)

Sunday, 27 October 2013

O parto e pós-parto

Já passaram 7 semanas desde que fomos presenteados com a nossa princesa e o tempo parece passar a voar.
Fazendo um resumo, as águas rebentaram-me na 6ª Feira de manhã sem que eu me apercebesse. Pelas 9h30 deu-se a perda do tampão mucoso mas, como não houve perda de sangue nem estava com dores, continuei com a minha vidinha pois podia levar ainda alguns dias até a Maria nascer. As contracções apenas começaram após o jantar mas na altura nem pensei que fossem contracções. Ao longo da noite, ainda que não tivesse nada a ver com a descrição que conhecia das ditas contracções, comecei a associar uma coisa à outra e passei a cronometrá-las até que, por volta das 8h30 da manhã, liguei à verloskundige. Ela veio cá a casa examinar-me: estava com 1 cm de dilatação. Disse-me para voltar a lhe ligar daí a umas horas, quando achasse que já estava a ficar difícil de suportar as dores.
Voltei a ligar-lhe perto das 13h. Após nova observação, disse-me que estava apenas com 2 cm de dilatação - oh God! - mas como viu que já me estava a custar, sugeriu-me que fossemos para o hospital.
Algum tempo depois de estarmos no hospital, já instalada no quarto e na companhia do jeitoso, a verloskundige informou que a parte dela terminava ali - como informei que queria levar a epidural, a partir dali seria acompanhada pela verloskundige e médica do hospital. Mas tive que insistir para que chamassem o anestesista - acho que estavam a ver se eu mudava de ideias e decidia ter um parto "100% natural". Levei finalmente a epidural pelas 17h30 quando estava com 5 cm de dilatação e, passados uns 10 minutos, chegou a bonança e até cheguei a cochilar nas horas seguintes.
No entanto, a epidural fez com que o aumento progressivo das contracções/dilatação abrandasse, pelo que administraram-me oxitocina para voltar a aumentar a frequência destas.
Pelas 22h, já me encontrava com 10 cm de dilatação e tinha chegado à fase da expulsão, assistida pela enfermeira e verloskundige do hospital. A Maria acabou por nascer às 00h30 de Domingo e foi colocada imediatamente em cima da minha barriga, onde penso que ficou durante cerca de 1 hora antes de irem medi-la e pesá-la (mas mesmo lá no quarto, na presença do pai).

Tivémos que ficar mais 2 dias no hospital após o parto pois havia risco de infecção para a Maria por ter passado mais de 24 horas entre me rebentarem as águas e o nascimento, agravado pelo facto de eu ter tido um pouco de febre durante o parto. Então foi necessário aguardar 48 horas pelo resultado de umas análises de sangue de modo a saber se a Maria iria precisar de antibióticos. Felizmente, não foi necessário e tivémos alta médica na 3ª Feira de manhã.

Do hospital, só temos críticas positivas a fazer! Desde as instalações e procedimentos ao pessoal que lá trabalha. A amabilidade e boa disposição de todos (enfermeiros, parteiras, auxiliares e médicos); o terem-nos deixado ficar a maior parte do tempo sozinhos no quarto até chegar à fase da expulsão (enquanto eu e a bebé éramos monitorizadas do exterior) o que tornou tudo muito mais íntimo e sereno; o facto de não me terem feito uma episiotomia (benditos Holandeses defensores da naturalidade) nem estarem com muitas pressas; nada de aspirarem o nariz nem a boca da bebé à nascença nem de lhe administrarem nitrato de prata nos olhos; enfim, até a comida do hospital era boa.
Não tive filhos antes, não faço ideia quais são os procedimentos num parto em Portugal, mas posso dizer que se acontecer voltar a ter outro filho espero tê-lo novamente na Holanda! Desde o acompanhamento durante a gravidez até ao parto, tudo foi tratado sempre com muita naturalidade, sem grandes dramatismos, sem me estarem constantemente a examinar. Confesso que os Holandeses convenceram-me: não há necessidade nenhuma de uma gravidez sem riscos ser seguida por um médico. O acompanhamento feito pelas parteiras parece-me mesmo o mais adequado - como gostaria de ver este sistema a funcionar no meu país! Sei que muita gente vai ficar escandalizada e discordar completamente - eu também fiquei chocada quando cá cheguei e soube que, num país supostamente tão evoluido, a grávida era acompanhada por parteiras (uma palavra que associava ao tempo das minhas avós!). Mas, num país em que raros são os casais que se ficam pelo primeiro filho e onde parecem achar 3 um bom número, pareceu-nos que alguma coisa deviam estar a fazer bem e quisemos  dar-lhes o benefício da dúvida. E ainda bem que assim o fizémos, pois a experiência foi muito positiva.

Quando voltámos para casa, tivémos o apoio da kraamverzorgend durante a primeira semana - e que ajuda foi!
Ela estava aqui para mim e para a bebé. Todos os dias via-me a temperatura e a pulsação, examinava a cicatrização dos pontos e apalpava-me a barriga para verificar o reposicionamento do útero. Também numa base diária, verificava a temperatura da Maria e pesava-a. Ensinou-nos a dar banho à bebé e a maneira mais apropriada de fazer-lhe a cama. Havia uma preocupação constante em evitar a proliferação de bactérias de modo a evitar infecções, por isso mudava-me os lençóis da cama e desinfectava o quarto-de banho diariamente, assim como tratava de pôr a nossa roupa e a da Maria a lavar. Ainda aspirou a casa e engomou roupa algumas vezes. Ajudava com a amamentação e, durante a tarde, "obrigava-me" a ir me deitar um bocado para descansar - e como me sabia bem aquela horinha de sono!
Só não precisou preocupar-se com a comida pois o jeitoso estava por casa nesses dias e tratava do almoço.

Ah, durante essa primeira semana, a verloskundige veio duas vezes cá a casa para ver como estava a ser a minha recuperação e também vieram cá fazer o teste do pezinho à Maria.

Agora a Maria, é uma bebé querida e bem disposta que já nos delicia com lindos sorrisos. Infelizmente, teve cólicas muito fortes desde muito cedo e parte-se-me o coração vê-la em sofrimento mas temos tentado várias "soluções" para diminuir as cólicas. Só sei que se mais alguém me diz que "é normal, todos os bebés têm cólicas" eu juro que apanha nas fuças! Não sou idiota, sei que os bebés têm cólicas, mas isso não invalida que me sinta destroçada de vê-la a contorcer-se e espernear com dores.
E nós? Nós andamos cansados, mesmo à exaustão, devido às noites mal dormidas especialmente por causa das cólicas - e o próximo que me disser que recém-nascidos apenas comem, dormem e sujam fraldas também leva nas trombas! - mas tudo isso é esquecido quando olhamos para a nossa princesa :)




Friday, 20 September 2013

Bem-vinda Maria!

A nossa Maria nasceu no Domingo, 8 de Setembro, às 00h30 com 3,265 kg e 50 cm :)
Um dia, gostava de partilhar aqui como tudo correu - ou, pelo menos, como eu me lembro pois a versão do pai, que esteve comigo o tempo todo, é ligeiramente diferente. E a verdade é que já vou esquecendo o desenrolar dos acontecimentos - parece que aquela história de que depois do bebé nascer já nem nos lembramos mais do trabalho de parto é mesmo verdade.
Um dia, então. Porque agora estamos na fase de nos conhecermos, da descoberta, de nos derretermos ao olharmos para a nossa princesa.
Esta coisa de ser Mãe/Pai tem muito que se lhe diga. Mas só queria acrescentar que não podia ter desejado melhor companheiro para esta altura do que o jeitoso, que tem sido incansável, incomparável desde a altura em que começaram as contracções, durante o parto e depois da Maria ter nascido.
Um até breve :)

Thursday, 5 September 2013

Inscrição Consular

Entretanto, já fomos nos inscrever no Consulado de Portugal, situado em Haia. Isto, porque necessitamos estar inscritos de modo a podermos registar a Maria quando ela nascer.
Deparámos com uns quantos casais que lá estavam para registar os bebés - parece que houve mesmo um baby boom este Verão!
Foi tudo muito simples e não achei demorado. Apenas é necessário apresentar o cartão do cidadão, entregar uma foto (que o jeitoso não tinha mas não levantaram qualquer problema por causa disso) e pagar uma taxa de 3 euros.
Ah, lá não aceitam pagamentos com cartão pelo que todos os pagamentos têm que ser feitos em dinheiro - fica aqui a chamada de atenção pois é bom ir preparado para não ter que ir até à caixa multibanco mais próxima.
Ignorem o "formulário de inscrição provisória" que encontram no site: preenchi-o há uns tempos e, quando liguei para o Consulado pois ninguém me contactava como era suposto, fui informada que não serve para nada.
Achei piada foi às funcionárias: tive que me levantar para mais uma ida ao wc enquanto estávamos a ser atendidos e quando regressei, como estava com esta barrigona, vejo-as a olhar para mim e a perguntar se estava tudo bem e se não estava a sentir uma "moinha" nem nada disso! Já estavam com receio que fosse ter o bebé ali. Mas não, nada de "moinhas" aqui; era só mesmo um xixizinho :)
Aproveitámos que estávamos no centro de Haia para visitar a Luísa na Bliss Lunchroom e morfei uma bela sandes de bacalhau à Brás (preparado com aquele incomparável sabor do excelente azeite português) e um Compal manga!


Wednesday, 4 September 2013

Home cinema: La Cage Dorée

Ultimamente, temos visto alguns filmes bons e outros nem tanto. O último foi visto ontem à noite e tenho que mencioná-lo aqui: A Gaiola Dourada - uma comédia realizada por um luso-descendente que retrata bem toda uma geração de Portugueses que emigrou para a França há algumas décadas. Adorei!

 

Tuesday, 3 September 2013

40ª semana

Wow... 39 semanas completas! Confesso que não tinha a certeza se íamos chegar aqui.
E a entrada na 40ª semana da gravidez ficou marcada por uma noite em que mal dormi. O desconforto na zona pélvica é cada vez maior e já me dói tanto que não aguento passar mais do que uma hora deitada de cada lado. Se a tal dor ciática é mesmo parecida com isto, então estou solidária com todas as pessoas que sofrem desse mal!
E esta noite, não sei por que cargas d'água, acordei por volta das 4h (aí pela 5ª vez) e depois já não consegui voltar a adormecer. Passadas 2 horas, comecei a sentir o estômago a reclamar por comida e decidi levantar-me, afinal, não estava a fazer nada na cama mesmo e assim o jeitoso sempre consegue dormir um pouco melhor - sem que eu esteja lá sempre a me levantar para ir ao wc nem a fazer mega manobra para me virar na cama.
Acho que tenho feito bons treinos para aguentar as noites sem dormir depois da Maria nascer...
A verdade é que, fora este desconforto para dormir, sinto-me bem e, por vezes, ainda me esqueço que tenho esta barrigona!
Agora era bom se o pessoal relaxasse e parasse de perguntar todos os dias se a Maria já nasceu! Para não falar na minha Mãe que, se estou 2 dias seguidos sem falar com ela já pensa que é porque entrei em trabalho de parto. Ou na Cátia que, se levo mais do que 1 hora para responder a uma mensagem, acha que já começaram as contrações! (Lol) E as constantes perguntas da restante família e amigos... Pessoal, relaxem! Não nos stressem. Ainda falta 1 semana para a data prevista e a Maria tanto pode vir antes disso como mais tarde; eu estou super-calma e a Maria está no bem-bom ;) Ela há-de vir quando estiver preparada :)

Monday, 2 September 2013

Último barbecue do ano?

Muito provavelmente...
Ontem lá fomos até ao Wilhelminapark para aquele que deverá ter sido o último barbecue antes da Maria nascer... e também porque já se começa a notar o final do Verão por estes lados.
Não pelo facto de que ontem o dia esteve particularmente acizentado e ventoso mas porque (apesar de ainda estarem previstas temperaturas que poderão atingir novamente os 30ºC esta semana) no parque já se notavam os primeiros sinais da chegada da próxima estação: algumas folhas amarelas nas árvores e outras tantas secas caídas pelo chão. Além de que esta manhã, quando me levantei pelas 6h para mais uma ida ao wc, notei que ainda estava de noite...
Mas não me estou a queixar: estamos a ter um Verão fantástico este ano! Aliás, já ouvi dizer que o melhor dos últimos 10 anos :)




Friday, 30 August 2013

Consulta da verloskundige ao domicílio

Ontem, acordei com uma dorzinha a me moer no lado inferior esquerdo da barriga. Tentei ignorá-la, levantei-me e fui tomar o pequeno-almoço - é que, ao longo da gravidez, as dorzinhas e incómodos são tantos que passamos a achar tudo muito normal.
Mas a dorzinha não passou ao longo da manhã; ora melhorava um pouco, ora ficava mais intensa mas estava sempre presente. E durante um período a meio da manhã, senti a Maria a se mexer muito mais e com mais intensidade do que o habitual.
O jeitoso queria que eu ligasse à verloskundige mas pareceu-me desnecessário. E acabei por passar a maior parte do dia entre a cama e o sofá.
Ao início da tarde, e porque aquela dorzinha chata continuava lá, acabei por ceder e liguei à verloskundige, mais por descarga de consciência, não fosse a bebé estar em sofrimento ou algo assim. Expliquei-lhe o que estava a sentir e onde. A primeira coisa que me perguntou foi se já tinha ido ao quarto-de-banho e quantas vezes (ah, já fui sim senhora - 3 vezes! Aliás, tem sido assim nas últimas 2 semanas: parece que já não há muito espaço pra mais nada cá dentro).
Disse-me que, pela localização da dor, podia ser dos meus intestinos (que, aparentemente, foram "empurrados" ali para aquele lado durante a gravidez). Mas não fiquei lá muito satisfeita com a resposta e ela sugeriu passar cá em casa para me observar. Não estava à espera deste tipo de atendimento, uma vez que não tinha contrações nem era uma dor agonizante nem nada. Disse-me que estava aqui em cerca de meia hora e perguntou-me ainda se podia trazer uma estagiária com ela.
Daí a cerca de meia-hora, a verloskundige estava a tocar à campainha (a estagiária, aparentemente, perdeu-se pelo caminho). Pediu-me para lhe indicar onde estava a doer e para me deitar. Começou a apalpar-me a barriga e mencionou logo o ombro - juro que não percebi à primeira! Estava com dores musculares num ombro na noite anterior mas o que é que o meu ombro tinha a ver com uma dor ali?? Mas afinal ela estava a falar era do ombro da Maria, numa zona que se sentia ali bem dura (indicou-me também onde sentia as costas e o rabinho), e é isso que parece estar ali a fazer pressão e tem estado a me moer o dia todo. Por esta não estava à espera!
Ainda tirou da mala o aparelhinho para ouvir o batimento cardíaco da bebé e estava tudo normal.
Disse-me que fiz bem em ligar pois assim eu ficava mais descansada. Sacou do tablet, actualizou a informação na minha ficha e disse-me para não hesitar em voltar a ligar.
Atendimento fantástico!
E ao final da tarde, ainda tive um miminho do jeitoso, que levou um susto a ver se já tinha chegado "a hora", e trouxe-me um ramo de flores :)



E a dorzinha chata, essa, piorou durante a noite e só passou quando acordei pela 1h30 da manhã depois de, finalmente, ter conseguido adormecer no sofá - penso que a Maria deve ter mudado ligeiramente de posição (a mãe agradece!).

Tuesday, 27 August 2013

39ª semana

Entrada na (teoricamente) penúltima semana da gravidez.
Sim, teoricamente, porque não sei alguém se lembrou de avisar à Maria que é suposto ela nascer daqui a 2 semanas :)
Ontem, fui a mais uma consulta de rotina com a verloskundige: tudo dentro do normal, tenho uma "bela barriga redonda" - diz ela.
Desta vez a Maria estava virada para o meu lado direito. Perguntou-me se ela tem se mexido - uii, se tem!! E tem feito cá uma pressão com a cabeça na minha bexiga...! Por vezes, ando no quarto-de-banho de meia em meia hora, só para fazer umas "pinguinhas"...
Paradoxalmente, tenho conseguido dormir ligeiramente melhor desde a semana passada: em vez de me levantar de hora em hora para ir ao quarto-de-banho, tenho me levantado a cada hora e meia a duas horas - e isso tem feito uma enorme diferença no meu sono!
E agora, a palavra de ordem para o meu dia-a-dia é "relaxar" :)

Sunday, 25 August 2013

Passeio de Domingo

A manhã estava meio acizentada e pouco convidativa mas lá fomos dar uma volta. E ainda bem!
Seguimos rumo a Muiden e passeámos um pouco lá por perto da marina mas o sol não queria nada connosco.

Lá ao fundo vê-se o Muiderslot mas
 ainda não foi desta que o visitámos

Fomos então até Naarden onde estava a decorrer um festival e muita animação de rua. O sol também resolveu aparecer e tivémos uma deliciosa tarde de Domingo :)
Dica: quando visitarem Naarden, experimentem os gelados da IJshuys Patisserie de Ster - são deliciosos!


E já que estávamos ali pertinho, ainda passámos pelo Naarderbos antes de regressarmos a casa.




Foi um dia descontraído, tal como devem ser os Domingos :)

Friday, 23 August 2013

E assim se passou uma semana

E estava eu com receio de me aborrecer em casa!
Esta semana tem sido uma bênção; estava mesmo a precisar de abrandar o ritmo, de não ter que me levantar quando o despertador toca (embora continue a me levantar mais ou menos à mesma hora porque já não encontro uma posição confortável para continuar na cama) nem ter horários a cumprir.
Surpreendentemente, o tempo parece voar nestes dias! Entre arrumar a casa (ainda com aquela sensação urgente de necessidade de ter o ninho preparado para a chegada da bebé, o meu objectivo para esta semana era limpar/arrumar uma divisão da casa por dia, tipo limpezas de Primavera ou de Natal e, entre o arrumar-descansar-arrumar mais um bocadinho-descansar mais dois bocadinhos, acho que tenho me saído bem); passeios pelo parque; exercícios de preparação para o parto; ir com a vizinha passear o cão; conversa de gajas no café ao fim do dia e ter o jeitoso de vez em quando a trabalhar a partir de casa... diria que os dias têm passado a voar e acabo por nem fazer tudo o que me propus a fazer - e é uma sensação óptima saber que posso fazer as coisas quando bem entender, a meu ritmo.
Ontem foi dia de me de dedicar ao quarto da Maria, de nos entretermos um pouco com a decoração e acabámos por já passar o berço para o nosso quarto.
Falando em decoração, tive foi dificuldade em encontrar por aqui stickers para as paredes com motivos infantis. Percorri as lojas que me pareciam que deveriam ter esses artigos e nada. Ainda comecei a procurar online mas achei-os caríssimos. Acabei por encontrar estes e uns outros que vão desenrascar por agora. E as fitas da janela foram recicladas da decoração do baby shower :)


Acham que ela vai gostar? :)

Na 2ª Feira, tratei de encomendar os suportes para os pés da cama que, afinal, não precisaram de ser comprados nem alugados - foram emprestados mesmo pela empresa e o custo é coberto pelo seguro de saúde. E já vieram entregá-los na 3ª Feira de manhã. São estas coisas lindas - o que vale é que apenas teremos que usá-los enquanto a kraamverzorgende estiver cá em casa.


Monday, 19 August 2013

Mindful Birth Course

Ontem passámos o dia num curso de preparação para o parto para casais, onde foram abordadas as etapas físicas e mentais do parto.
Falou-se de um pouco sobre tudo, desde as diferentes etapas do parto até a amamentação. E foi muito bom o facto de uma das "formadoras" ser uma verloskundige e falar com conhecimento de causa.
Gostei particularmente da troca de experiências e de um exercício prático sobre formas de lidar com a dor que, creio, ajudou-me a identificar que métodos poderão resultar melhor comigo para lidar com as dores das contrações.
Ao longo do dia, foi mencionado algo que vai de encontro à nossa linha de pensamento: que o corpo da mulher está naturalmente preparado para o parto e que devemos "ouvir" as dicas que o nosso corpo vai nos dando e confiar nos profissionais de saúde que estarão connosco nesta altura.
O receio do desconhecido emerge de vez em quando nos meus pensamentos mas sentir que está cada vez mais perto de termos a nossa bebé "cá fora" connosco... isso, só por si, já me dá uma sensação de relaxamento :)

Friday, 16 August 2013

3ª ecografia no hospital

Hoje fui fazer a 3ª ecografia na policlínica do St. Antonius Ziekenhuis, em Oudenrijn - aquela que era só mesmo para "descarga de consciência".
A Maria continua com um bom ritmo de crescimento e ganhou cerca de 0,5 kg nas últimas 2 semanas e meia! Está agora com 2,510 kg e, por este andar, e tendo em conta que ainda temos 1 mês pela frente, parece-me que ela já não vai nascer assim tão pequenina quanto faziam crer.
Na altura da ecografia, a nossa bebé tinha as mãos à frente da carinha. As costas estão viradas para o meu lado direito, ou seja, está de frente para o meu lado esquerdo.
Dali, segui para o centro de Utrecht para fazer umas últimas compras. Há dias, tinha experimentado alguns soutiens de amamentação na H&M mas não gostei nada como assentavam no peito. Então hoje decidi ir à Prénatal. Comecei por experimentar um tamanho, depois outro acima... e ainda um maior. Conclusão: subi 2 copas de tamanho! O que me faz pensar que se calhar não havia nada de errado com os soutiens da H&M - eu é que não devia estar a experimentar o tamanho certo!
E pronto, para a semana vou tratar do aluguer dos suportes para os pés da cama de que falei aqui e já temos tudo pronto para a chegada da Maria.
Filha, podes vir quando quiseres! :) - ou podes ficar aí no quentinho até, pelo, menos, ao final deste mês, para a mãe ainda ter tempo de ir à marcação no cabeleireiro e na esteticista ;)

Thursday, 15 August 2013

Consulta com a verloskundige e discussão do plano para o parto

Esta manhã fomos a nova consulta de rotina com a verloskundige. Comentei que achava que a bebé já tinha "descido" e pediu-me para me deitar de modo a poder observar-me. Apalpou-me a barriga e a zona pélvica e confirmou as minhas suspeitas: a Maria já está na posição certinha para nascer!
Ainda fez uma breve ecografia, só mesmo para ver a cabecinha onde estava posicionada e ouvimos o batimento cardíaco da bebé.
Perguntou-me se tinha elaborado um plano para o parto. Dei-lhe o que tinha feito e fomos discutindo ponto a ponto.
Mas até eu - control freak assumida - tenho perfeita noção de que um parto deve ser das coisas que menos dá para planear nesta vida. Cada parto é único e imprevisível. E por muitos planos que faça, por muito que diga que quero isto assim ou assado, tudo pode virar "de canelas para o ar" na hora H. E interiorizei isto bem desde o início da gravidez. Não vale a pena querer controlar o incontrolável, as coisas vão acontecer como tiverem que acontecer, vão tomar o seu próprio rumo. E ter isto bem claro na mente está a ajudar-me a não entrar em pânico quando penso na altura do parto - esse grande desconhecido de que toda a gente fala horrores. Isso - e lembrar a mim mesma que todos os dias nascem tantos bebés por esse mundo fora, que é a coisa mais natural que existe e que as mulheres vêm tendo bebés desde o início dos tempos por isso não vale a pena fazer um bicho de sete cabeças sobre o assunto.
Mas lá falámos sobre o assunto durante algum tempo e ela esclareceu algumas questões que eu tinha, por exemplo, sobre as opções disponíveis para lidar com as dores das contracções. Também deixou bem claro, quando entrar em trabalho de parto, em que altura é que devo ligar-lhe e em que circunstâncias. Quando isso acontecer, a verloskundige virá a minha casa para me observar e avaliar em que fase do trabalho de parto me encontro e só depois é que seguiremos para a maternidade.
Mais uma vez, parece-me tudo muito simples e bem orientado.
A pressão arterial estava no limite máximo daquilo que é considerado normal mas cá pra mim que poderá ter disparado um pouco depois de ela ter-me feito tanta pressão no baixo-ventre para confirmar a posição da bebé.
E agora deixa-me ir acabar de preparar a minha mala para a maternidade que já devia tar prontinha há algum tempo...

Wednesday, 14 August 2013

My backyard

Não é propriamente "meu" mas é o que vejo da sala e da varanda e que bonito que ele é!
Até parece mentira que nos mudámos para cá em Março e ainda não o tinha explorado. Mas, depois de umas valentes constipações e garganta inflamada no final do 1º trimestre e novamente no início do 2º trimestre da gravidez, preferi ficar mais resguardada do frio. Sim, porque não nos vamos esquecer que tivémos Inverno até Maio; depois a temperatura subiu mas sempre acompanhada por um vento forte e frio; que deu logo lugar a uns dias super-mega-quentes e cheios de humidade - não o mais confortável para o meu estado actual.
Mas hoje lá fui. O tempo esteve bem agradável e soube bem. Passei por gente a passear as cães, com outros que passaram de bicicleta ou a correr, ou ainda a passear o bebé no carrinho. E cumprimentamo-nos com um "Olá" ao nos cruzarmos - que sensação boa. Nas margens do canal/lago, vi novos e velhos a pescar - sozinhos, casais e até mesmo famílias inteiras a aproveitar o bom tempo num momento de descontração.
Deixo aqui uma pequena amostra :)







Tuesday, 13 August 2013

37ª semana - entrada no 9º mês e início da licença de maternidade

Último dia na empresa antes de tirar as 4 semanas obrigatórias (no mínimo) antes da data prevista para o parto.
Como ainda tinha meio dia de férias para tirar, trabalhei só durante a manhã. Oh well, "trabalhar" talvez não seja o termo mais adequado - já tinha feito o handover do meu trabalho e estava lá mais a dar apoio do que propriamente a trabalhar.
A meio da manhã, os colegas reuniram-se à minha volta para trazer mais umas prendinhas para a Maria, em jeito de despedida.
Por volta do meio-dia, fui me despedir de toda a gente e segui para um pequeno almoço de despedida com a minha equipa oferecido pela empresa. Voltámos a ir ao Het Hert, no centro de Naarden, pois gostámos muito quando lá fomos há uns meses.
Depois do almoço, decidi passar o resto da tarde nas compras no centro de Utrecht - mas tenho que me lembrar de fazer mais pausas porque ao fim da tarde já não podia com os pés cansados - valeu-me o jeitoso que tinha acabado de chegar do trabalho e foi apanhar-me à paragem do autocarro para não ter que andar aqueles (agora bem longos) 700 metros até casa...
Planos para as próximas semanas? Espero fazer muitas sonecas durante o dia para compensar as noites mal dormidas! Mas, para além de umas últimas arrumações cá em casa, pretendo manter-me minimamente ocupada com caminhadas aqui à volta de casa que isto está bem bonito e agradável nesta altura do ano, praticar o holandês, organizar alguma papelada e fazer exercícios de preparação para o parto. Estou a precisar descansar mas também não quero dar por mim aborrecida em casa e já a subir paredes.
Vou passar uns meses agora em casa e, a bem dizer a verdade, não me lembro de ter passado tanto tempo "inactiva" desde... bem, provavelmente desde as férias de Verão durante os tempos de escola! Já mudei várias vezes de emprego mas o tempo máximo que me lembro de ter ficado entre empregos foi de cerca de 2 meses e meio. A ver como me saio no meu novo papel de dona-de-casa...

Friday, 9 August 2013

Como os outros nos vêem

É engraçado como a imagem que temos de nós próprios costuma ser tão diferente da imagem que os outros têm de nós.
Ao fim de 1 ano e meio fora de Portugal, a observar os Holandeses e os hábitos destes, a apontar as diferenças culturais que vou encontrando, tem piada ver Portugal e os Portugueses através da perspectiva de alguém vindo "de fora" :)
Ora, espreitem lá estas Ten things I’ve learned about the Portuguese.

Thursday, 8 August 2013

I must say...

Às 36 semanas, falar de sexo com outras grávidas que também estão no final da gravidez pode ser muito divertido e libertador! ;O

Wednesday, 7 August 2013

10 ways to be polite to Dutch people

Ora aqui ficam mais umas pérolas do "socializar" na Holanda que é bom saber.
Corroboro quase tudo o que está aqui escrito por experiência própria. Também posso dizer que já violámos algumas destas regras básicas, como passarmos em casa de amigos holandeses sem nos fazermos anunciar - eles receberam-nos muito bem e ainda ficámos um bom bocado na conversa (apesar de estarem a fazer o jantar) - por isso não sei dizer se nos acharam inconvenientes ou não, mas provavelmente desculparam-nos por não sermos daqui.

Correcção: afinal, o jeitoso diz que não fomos a casa dos vizinhos holandeses sem avisar pois ele tinha enviado uma mensagem a dizer que iamos passar por lá.

Tuesday, 6 August 2013

36ª semana

At 36 weeks pregnant clumsiness is a fact of life - tenho que me rir ao ler isto porque, realmente, ando mais desastrada do que o costume. Por vezes, parece que não tenho bem noção do meu "tamanho" actual e, ao virar-me, esbarro com o rabo ou com a barriga nalguma coisa :P
E hoje fomos, finalmente, comprar o colchão para o berço da bebé. Sim, porque já andava há mais de 1 mês a dizer ao jeitoso para irmos comprar o colchão e a banheira do banho. Mas como o banheira estava na lista da Cátia para o baby shower, todos os fins-de-semana ele inventava desculpas para adiar a compra!
Mas pronto, penso que agora já temos tudo. Volta e meia, dou por mim a rever mentalmente a lista das coisas necessárias para a chegada do bebé, a ver se não falta nada.
Mas acho que já está tudo. O saco da bebé para levar para a maternidade também já está pronto. A minha mala está "semi" pronta.
Parece-me que já posso finalmente "acalmar" mais um pouco :)

Sunday, 4 August 2013

Final de tarde no parque

E foi assim que terminámos este fim-de-semana, a jogar badminton com a Cátia e o João no Wilhelminapark :)


Surprise baby shower

Há alturas na vida em que me sinto especialmente felizarda pelas pessoas que tenho na minha vida. E ontem foi um desses dias!
A Cátia tinha-me perguntado, já há uns meses atrás, se não ia fazer um baby shower. Embora a ideia me parecesse engraçada, a verdade é que a maior parte das minhas amigas está bem longe e não iria estar presente, pelo que afastei logo a ideia do meu pensamento.
Ontem, tinhamos combinado de ir lanchar a casa da Cátia pelas 16h. O almoço com as colegas de trabalho prolongou-se até bem tarde e fui logo de seguida para lá.
E quando cheguei... quando cheguei mal conseguia acreditar no que estava a ver: deparei com uma casa decorada para festa, o jeitoso à minha espera com um ramo de flores na mão e todos a gritarem "surprise"! E recebi instruções para me sentar imediatamente em frente à tv pois a surpresa ainda não tinha acabado.
E foi então que começou a passar a melhor montagem de sempre, com algumas fotos de bons momentos e videos das minhas meninas que estão na Madeira feitos especialmente para o baby shower!
Excusado será dizer que chorei como uma Maria Madalena, de tão emocionada com aquilo tudo e feliz por voltar a ver as melhores amigas do mundo que arranjaram uma maneira de estar presentes neste dia, nesta gravidez, mesmo que longe geograficamente.
E depois ainda fui desembrulhar as prendinhas que todas se  juntaram para oferecer à Maria - ó filha, tu tens as melhores "tias" deste mundo!




E, ou a Cátia e o jeitoso são mesmo bons nisto ou a gravidez está a deixar-me ainda mais distraída, porque não desconfiei de nada, nadinha. E a Cátia já andava a engendrar isto desde o 5º mês da gravidez. Devo ter feito alguma coisa boa nesta vida porque tenho mesmo os melhores amigos e o melhor namorado que se pode desejar!
Já agradeci imensas vezes a todos mas acho que não consigo agradecer o suficiente - muito obrigada!! Tornaram esta grávida ainda mais feliz :)

Dim Sum e patinhas de galinha

Tenho colegas de trabalho que gostam, tal como eu, de comida com sabores variados. Um dia, falando em comidas exóticas e capazes de ferir os estômagos mais sensíveis, a Pauline falou num restaurante chinês em Utrecht que tinha patinhas de galinha no menu e que fazia uns dim sum's fantásticos, mesmo ao estilo asiático e com muita mais variedade do que aquela que normalmente se encontra nos restaurantes chineses que abrem nesta parte Ocidental.
Mas ao invés de fazermos caras de nojo, ficámos logo interessados em provar as tais patinhas de galinha!
E ontem lá fomos almoçar ao Tai Soen - um restaurante chinês que fica mesmo no Hoog Catharijne e no qual, olhando assim de fora e se não fosse recomendado, provavelmente nunca teria entrado. E escolhemos ir lá almoçar porque os dim sum's apenas são servidos até às 20h, depois o menu já é outro.
Dos colegas de trabalho que apreciam estas iguarias, só duas podiam ir ao almoço ontem. A Pauline levou também uma amiga, nascida na Holanda mas de origem chinesa, que fala cantonês e é a expert no menu - e foi ela quem nos recomendou as melhores iguarias do restaurante.
E que iguarias! Foi um festim para as minhas papilas gustativas :)
Confesso que as patinhas de galinha nem foi o que mais gostei - tinham um sabor adocicado e do que eu tinha saudades mesmo era das patinhas de galinha que comia na canja em miúda.
Resumindo, a conversa estava boa (chegámos às 13h30 e saímos do restaurante já perto das 16h) e o almoço foi muito bom e nada caro  para a qualidade/quantidade (15€/pessoa e ainda sobrou comida  - que podemos levar para casa).
Já tenho um restaurante chinês favorito em Utrecht ;)

 

Saturday, 3 August 2013

Encaixe do bebé

Ora, até posso estar enganada mas acho que a Maria já adoptou mesmo uma posição mais baixa na pélvis.
Ontem, ao fim da tarde, estava a sentir-me ligeiramente desconfortável e já não consegui encontrar uma posição confortável para me sentar no sofá. Virava-me dum lado, virava-me para o outro lado, deixava-me "escorregar" no sofá... nada.
E esta manhã, ao acordar, a barriga parece estar mesmo mais para baixo - já não arredonda tanto logo abaixo do estômago.
Ora, se for mesmo isso que aconteceu, então quer dizer que agora é que vou mesmo passar o tempo todo no wc devido à pressão na bexiga! Ao menos deverá melhorar a azia (e, coincidência ou não, a verdade é que hoje, pela primeira vez em meses, não senti azia após o pequeno-almoço).
Também noto, desde ontem, que caminhar é que já não está tão fácil - tenho que andar mesmo devagarinho senão sinto uma pressão enorme, como quando já temos a bexiga cheia há muito tempo e estamos a aguentar tanto o xixi que até já dói.
Agora vou ter que esperar pela ecografia daqui a 2 semanas para confirmar :)

Friday, 2 August 2013

As nossas vizinhas

Esta beldade e outras semelhantes instalaram-se no lado de fora das nossas janelas e na nossa varanda há uns meses atrás, quando os dias mais frios foram embora.
Vimo-las a crescer desde pequeninas até ficarem nestas vacas gordas!


Normalmente, só as vemos à noite. E esta manhã, quando acordámos, reparámos que deixámos aberta a porta da sala que dá para a varanda!! *pânico*

Gotta love this soundtrack!

Para o meu jeitoso, que faz questão de me lembrar que está sempre presente, mesmo quando ausente fisicamente**


Thursday, 1 August 2013

Consulta com a verslokundige

Lá fui esta manhã a nova consulta com a verslokundige, de modo a falarmos sobre o resultado das ecografias que fiz com o médico no hospital.
Ela ficou super-satisfeita com os resultados que mostram que a bebé está a crescer normalmente. E reforçou que cada bebé é único e que as medidas standard servem apenas como indicação. O médico está satisfeito, a verloskundige está satisfeita e nós também estamos satisfeitos com os resultados.
Tal como das outras vezes, mediu-me novamente a pressão arterial (que estava perfeita) e ouviu o batimento cardíaco da bebé. Tudo óptimo!
Também apalpou-me a barriga - a bebé deve encaixar-se na pelve por volta da 36ª semana mas isto não é uma ciência exacta. No entanto, a verloskundige diz que parece que ela já está a descer :)
Perguntou-me ainda se estou a "sobreviver" bem ao calor e aconselhou-me a ficar por casa nestes dias mais quentes de modo a evitar o desconforto provocado pelo calor.
Marcámos consulta para daqui a 2 semanas mas disse-me para confiar no meu instinto e não hesitar em ligar no caso de sentir que alguma coisa não estava bem.
E, no caminho de regresso a casa, ainda tive a companhia desta família numerosa - com uns pais muito protectores a me ameaçarem perante a aproximação das crias curiosas :)




Wednesday, 31 July 2013

35ª semana

O tempo parece voar ultimamente e nem nos temos lembrado de  tirar fotos do evoluir da barriga.
Então aqui fica uma fresquinha desta manhã, tirada mesmo antes de sair de casa, no início da 35ª semana.
E, de repente, já falta tão pouco!!



Sobre ser emigrante

Li isto ontem e percebi que há muita coisa nova na minha cidade. Muitas lojas, cafés e restaurantes podem ter fechado desde que vim para a Holanda mas também vou ver muita novidade da próxima fez que lá for. Porque a vida continua na nossa ausência, o mundo não estagna.
Ontem também estivémos com amigos da terra que tinham acabado de regressar de uma semana de férias na Madeira e que nos confidenciaram que foi óptimo estar lá mas que nos últimos dias já queriam mesmo era regressar a casa, cá.
E dou por mim a pensar que será certamente assim das próximas vezes que lá for. Porque quando estamos fora da nossa terra, o saudosismo tolda-nos a memória e esquecemos dos motivos que nos levaram a querer sair de lá. Aos poucos, ficam apenas as recordações das coisas boas que deixamos para trás… a família, os amigos, o cão, o bom tempo, a boa comida, a facilidade na comunicação, a proximidade geográfica local, o já conhecermos os cantinhos à casa. O resto cai no esquecimento e vamos criando esta imagem idealística daquilo que já não temos. Até que vamos lá de férias e aí já não dá para fazer a separação das águas – somos confrontados com o melhor e com o menos bom da nossa terra. Aí, sentimos que já não nos identificamos com muita coisa dali, que aquela não é a nossa realidade. Senti isto de cada uma das vezes em que regressei à Madeira depois de ter vivido algum tempo fora. Se é verdade que, quando saimos de lá, há um primeiro impacto cultural ao qual temos que nos adaptar, não é menos verdade que a situação inversa também acontece ao regressamos. E, pelo menos no meu caso, esta última custa muito mais pois sinto sempre que estou a regredir, que dei um passo para a frente para depois dar 2 para trás. Sinto falta de uma mentalidade mais aberta e, sobretudo, da multiculturalidade – esse conceito de diversidade que me fascina desde miúda, desde que comecei a viajar e descobri que há muito mais para absorver por esse mundo fora – sensações e experiências de vida que nem a tv, nem os livros nem a internet podem me proporcionar. Aliás, agora reconheço que só passei a entender e a praticar o verdadeiro sentido da palavra "tolerância" graças a esta vivência. E não, não é saindo de Portugal em férias que consigo isso; a experiência nunca é a mesma, a superação dos desafios pessoais não é minimanente comparável, nem o envolvimento cultural.
Este é e sempre foi o meu desassossego. Tenho amigos que não compreendem porque não páro quieta na ilha – e eu não compreendo como é que eles podem passar lá uma vida inteira (pessoas com tanto potencial mas que se deixam ficar a definhar - são eles mesmos a dizer que querem e precisam sair de lá mas esse passo é sempre adiado por algum motivo que, para eles, parece ser uma força maior) com tanta coisa que há para ver e viver por esse mundo fora.
E assim continuarei com o saudosismo da minha terra, com as minhas recordações idealísticas, na contagem decrescente para as férias, quando poderei minimizar temporariamente esta falta daquilo que não tenho.

Monday, 29 July 2013

2ª ecografia no hospital

Hoje fui fazer uma segunda ecografia no hospital, seguida de consulta com uma médica, de modo a avaliar o crescimento do feto.
Conclusão: a Maria pode não ser uma bebé muito grande mas está a crescer normalmente e já tem praticamente 2 kg :)
Assim, posso continuar a ser acompanhada pela verloskundige até ao final da gravidez em vez de passar a ser acompanhada por um médico - e confesso que isto agrada-me pois estou muito satisfeita com o acompanhamento que tenho tido ao longo da gravidez. Mas vou voltar lá para mais uma ecografia daqui a 3 semanas só mesmo por precaução.
Durante a consulta com a médica, aproveitei para perguntar se era normal, de vez em quando, não sentir os movimentos do bebé durante o dia todo - normalmente, quando acordo, já estou a sentir a Maria "aos pontapés" e continuo a senti-la a mexer ao longo do dia. Mas na passada Sexta, népias. Tentei não entrar em paranóia e lá pela hora do jantar lá a Maria começou na sua ginástica habitual e tudo voltou "ao normal".
A médica achou que não devia ser nada mas mesmo assim sugeriu fazer um teste da vitalidade fetal de modo a observar o batimento cardíaco da bebé. E foi assim que fiquei a ouvir o coraçãozinho da Maria durante meia hora e digo-vos que aquela coisinha pequenina a bater tão forte e tão rápido só me fazia lembrar o som de um cavalo a galope pelos campos!
E mais uma vez, a conclusão foi que estava tudo normalíssimo e não tenho motivo para preocupações :)

Sunday, 28 July 2013

Visita guiada ao hospital

Ontem à tarde fomos fazer a visita guiada à unidade neonatal do St. Antonius Ziekenhuis - e mais uma vez ficámos boquiabertos só pelo percurso do parque de estacionamento até à recepção do hospital!... Quem disse que os hospitais têm que ser locais deprimentes?
Dirigimo-nos à  unidade neonatal onde já se encontravam a enfermeira (muito simpática) e dois casais holandeses. Ao longo da visita, as explicações eram dadas em holandês mas depois ela virava-se para nós e fazia um breve resumo em inglês - até que já vamos apanhando algumas coisas em holandês mas esta mulher falava mesmo rápido!
Visitámos o quarto onde é feito o parto (onde temos wc privado com duche, tv e ainda a possibilidade de colocar música a nosso gosto para relaxar - se bem que não me parece que na altura vá querer saber de ver tv nem de ouvir música - e onde tudo parece ter sido feito de modo a que a parturiente possa se sentir o mais perto possível de um ambiente familiar); o quarto com banheira de banho no caso de querermos ir um pouco para a água de modo a aliviar as dores das contracções; e ainda o quarto do pós-parto. Notei também que havia sempre o cuidado de ter um espaço de modo a incluir o pai (ou outro acompanhante escolhido para a altura do parto) e a pensar no conforto deste - como um pequeno sofá que dá para abrir no caso deste passar lá a noite e querer dormir.
Foi uma visita muito positiva e saimos de lá extremamente satisfeitos com a escolha do hospital!

Saturday, 27 July 2013

Indiano no Oudegracht

Fãs incondicionais de comida indiana, ontem fomos experimentar o Indiaport, um restaurante indiano à beira do Oudegracht.
Tinhamos feito reserva mas ainda assim tivémos que esperar uma meia hora pela mesa. Sexta-feira ao fim do dia... Calor... Acho que nestes dias todos os restaurantes/cafés que tenham esplanada estão a abarrotar, independentemente da qualidade! E aquela história de que os holandeses não gostam que se "faça sala" nos restaurantes quando já terminámos a refeição - acho que isso não se aplica nestes dias de bom tempo porque ninguém está com pressa para ir a lado nenhum.
O pessoal do restaurante foi super atencioso e trouxeram-me uma cadeira para não ficar à espera em pé (estava muito quente para esperar dentro do restaurante!).
E a comida também estava muito boa! Sou daquelas pessoas que gosta de experimentar sabores diferentes mas, quando toca a comida indiana, há um prato que não pode faltar à mesa: o saag gosht de carneiro - uma carne macia que quase se desfaz num molho de espinafres e especiarias. Também pedimos (porque vimos em várias mesas e aquilo tinha mesmo bom aspecto!) um mix grill - e que se revelou uma óptima escolha. Restaurante aprovado! :)



Friday, 26 July 2013

Dispensava mais esta...

Ora a novidade da semana passada foi o aparecimento de herpes zoster - que é decorrente da reactivação do vírus da varicela em latência em adultos e pacientes imunocomprometidos (como é o caso das grávidas).
Começou no início da semana com uma ligeira erupção na pele, no fundo das costas, e que a princípio associei ao calor extremo que se fazia sentir (não seria a primeira vez que sofro de reacções cutâneas devido ao calor). Na 3ª Feira, comecei a sentir uma dor nevrálgica na perna direita (que, de início, nem associei uma coisa à outra) e no dia seguinte já tinha as mesmas borbulhinhas na perna.
Como é melhor prevenir do que remediar, na 5ª Feira de manhã decidi ligar para o huisarts e tive consulta para o mesmo dia  à tarde.
A médica identificou imediatamente o problema e receitou-me um creme anti-viral, cuja receita enviou para a farmácia através do sistema informático.
Dirigi-me à farmácia para levantar o creme mas, como a médica ainda não tinha inserido a receita no sistema e não ia poder levantar no dia seguinte (a farmácia fecha às 17h e só chego a casa pelas 18h), então informaram-me que a medicação seria entregue na minha residência (a morada consta da minha ficha na farmácia) no dia seguinte entre as 18h e as 22h. E na 6ª Feira, quando fui à caixa do correio perto das 20h00, lá estava um pacotinho com o creme e respectiva posologia. Gostei :)
Não apreciei muito foi o facto das malditas borbulhinhas terem continuado a se propagar pela minha perna durante os dias seguintes - e as dores que aquilo provoca, senhores! Nunca pensei... Parecia que tinham me dado uns valentes pontapés na zona da nádega até a virilha e sentia como se tivesse ficado com umas grandes nódoas negras!
Mas como continuava a alastrar e a dor era cada vez maior (ao ponto de já mal conseguir dormir) e estar também se tornar cada vez mais difícil encontrar uma posição confortável (deitada ou sentada), na 3ª Feira voltei ao huisarts para nova consulta.
Mas não há muito a fazer: demora mesmo entre 2 a 3 semanas a passar, é normal que ainda esteja na fase de alastrar um pouco, a dor também é mesmo assim (e como estou grávida apenas posso tomar paracetamol para as dores. Apenas aconselhou-me a comprar um outro creme, desta vez para ver se as vesículas secam mais rápido.
E está a começar a passar - thank God!
Parece que conforme as vesículas vão secando, a dor começa a diminuir. Talvez mais uma semana e pouco e livro-me disto...

Wednesday, 24 July 2013

Sooooo sleepy...

Os primeiros a tirar-me o sono foram o desconforto da barriga grande e as frequentes idas ao wc durante a noite.
Depois veio o calor infernal, mesmo durante a noite.
E para ajudar à festa, agora tenho um problema na pele (tou com demasiado sono para tar a desenvolver isto agora) desde a semana passada.
Resultado, ando a dormir tão pouco (não durmo nem deixo o jeitoso dormir bem pois estou sempre a me levantar) que passo o dia tipo zombie no trabalho. Ainda me aguento de manhã, embora bocejando o tempo todo. Mas depois do almoço é que fica mesmo complicado manter os olhos abertos! Só me apetece jogar-me para um canto e deixar-me ficar por ali mesmo a dormir...



In the office: descontração à holandesa

Há que admirar certas coisas nos Holandeses e uma delas é o facto de não serem adeptos da formalidade desnecessária.
Isso vê-se perfeitamente, por exemplo, no ambiente descontraido que se vive no escritório. Nestes dias mais quentes, volta e meia anda alguém descalço pelo escritório. Sei que na empresa onde o jeitoso trabalha também é comum "estacionar" os sapatos debaixo da secretária, independentemente da altura do ano.
Aliás, desde que nos mudámos para cá, praticamente deixámos de passar roupa a ferro. Se na empresa onde estava a trabalhar antes o ambiente era um pouco mais formal (regras internas da empresa), nas empresas onde trabalhamos actualmente ninguém liga a isso.
Além do mais, os Holandeses não são fãs das hierarquias e estatutos no local de trabalho - o "Sr. Dr." e o "Sr. Eng." não moram aqui (thank God! como detestava esses títulos ridículos e ainda detestava mais ouvir aquele "Dra. Angela" para aqui e "Dra. Angela" para ali); todos tratam-se por "tu"; o espaço de trabalho, equipamento e até as cadeiras (a quantas discussões já assisti, em diferentes empresas, por causa de uma cadeira!) são exactamente iguais para todos independentemente da posição que ocupam na empresa.
Ah, e até a empresa onde o jeitoso trabalha é uma daquelas pet friendly companies, onde volta e meia alguém leva o cãozinho para passar lá o dia :)
E noto a mesma informalidade, por exemplo, quando vou ao médico: nem mesmo nas consultas no hospital se os médicos usam a característica bata branca - normalmente vejo-os com roupa bem informal e isso agrada-me.

Tuesday, 23 July 2013

HOT!! - part 2

Aparentemente está calor demais até para os Holandeses!
E por isso mesmo, hoje pouco depois das 14h, os meus supervisores vieram dizer-nos que fossemos para casa logo que tivéssemos o trabalho mais importante/urgente feito. Sim, porque para esta gente não há condições para trabalhar assim e o bem-estar individual vem primeiro.
Eu acabei por ficar o resto da tarde no escritório na mesma, à espera da minha "boleia" para casa. Até podia ter ido de comboio mas só de pensar no calor que está lá fora...! Ao menos no escritório tenho a ventoinha a fazer-me companhia ;)

Monday, 22 July 2013

HOT!!

31°C durante o dia. Ainda 29°C pelas 20h... 27,5°C dentro de casa.
Não quero ser ingrata, sei que passei a primeira metade do ano a implorar por dias mais quentes. Mas depois deste fim-de-semana, o escritório parece-me o lugar mais agradável do mundo!


Friday, 19 July 2013

Kraamzorg

Ontem tivémos em nossa casa a representante da kraamzorg escolhida por nós - que é a assistência à maternidade providenciada cá na Holanda, tendo em conta que, se tudo correr bem com o parto, já estarei em casa com a bebé poucas horas depois para a recuperação.
Os holandeses entendem que um hospital não é propriamente um hotel, pelo que estadias desnecessárias devem ser evitadas de modo a cortar custos. E, mais uma vez, entra aqui a mesma linha de pensamento que defende que gravidez e parto (desde que decorram dentro daquilo que é considerado saudável/natural/normal) não são doenças pelo que a parturiente pode e deve recuperar em casa.
Assim, foi-me dado um número de telefone para ligar assim que for informada da minha alta hospitalar após o parto, de modo a que a kraamverzorgende se dirija a minha casa e inicie os seus serviços.
Aparentemente, deveriamos usufruir deste serviço de assistência especializado (coberto pelo seguro de saúde) durante 49 horas, distribuidas ao longo dos dias seguintes ao parto. Mas tendo em consideração o facto de que não falo holandês, foram acrescentadas mais 12 horas na eventualidade de ficarem dúvidas por esclarecer devido a alguma possível falha na comunicação em inglês.
kraamverzorgende irá então providenciar toda o apoio necessário com o bebé (desde a ajuda inicial com a amamentação até ao banho), pesando e medindo o bebé todos os dias de modo a avaliar o seu crescimento. E estará lá também para ajudar-me com a limpeza e cicatrização de eventuais pontos.
Da nossa parte, temos que cumprir com todas a normas de saúde e segurança como, por exemplo, garantindo que a minha cama tem uma altura entre 70-80 cm (para o efeito, teremos que alugar suportes para os pés da cama) de modo a não trazer-lhe problemas nas costas.
Também revimos a lista dos items recomendados a ter já em casa para a chegada do bebé.
Entre outras coisas, falou-me igualmente no kraampakket - uma caixa normalmente enviada pela seguradora com vários produtos que serão necessários a seguir ao parto, tanto para a mãe como para o bebé. Hoje já liguei para a seguradora - apenas tenho que enviar-lhes um email a solicitar a entrega da caixa em casa.
Mais uma vez, pareceu-me tudo muito bem organizado e esclarecido e estamos satisfeitos com este procedimento.

Saudadinha

Esta noite sonhei com a Xica da Silva, a minha canídea traquinas que ficou com os meus pais. A Xica já tem uns 9 anos e meio mas continua tão traquinas como dantes!
E de repente bateu uma saudade enorme daquela companhia insubstituível...
Volta e meia, quando falo com os meus pais através do Skype, também "falo" com ela - assobio, chamo pelo nome... e logo a Xica espeta as orelhinhas e começa a farejar e a olhar à volta à minha procura. E aí ainda se me aperta mais o coração.
Mas sei que ela está bem em casa dos meus pais, onde tem espaço para correr e fazer o que bem entender, faz as suas sestas no sofá com a minha Mãe e ainda vai dar umas voltinhas de carro com o meu Pai. O que não invalida que bata esta saudadinha de vez em quando...

Foto de 2008