Tuesday, 30 June 2015

Festinha de despedida da creche

Na creche onde a Maria está, é costume fazerem uma festinha de despedida quando uma criança vai embora.
Infelizmente, nem eu nem o jeitoso pudemos estar presentes, por isso pedimos a Sofia para estar lá e tirar fotos.
Foi mais um lanchinho longo do que propriamente uma festa e acho que a Maria não percebeu o motivo de tanta atenção sobre si e o porque das prendas.
Entregaram-nos o 'portfolio' dos desenhos e trabalhos manuais da Maria e ficam as fotos e recordacoes de uma creche que tem sido mesmo como uma segunda casa e segunda familia para a Maria.
Obrigada por tudo! Estamos imensamente gratos por tudo o que fizeram pela nossa filha, por todo o carinho e atencao que lhe ofereceram desde o primeiro dia. E serao sempre recordados com imenso saudosismo.


- fotos daqui a uns dias ;) -

Friday, 26 June 2015

Consulta dos 18 meses

Que tive que adiar e acabou por ser dos quase 22 meses.
Não pude deixar de achar piada à senhora que, após ter pesado e medido a Maria, perguntou-me qual é a minha altura e a do pai. Obviamente que, para os standards holandeses, a Maria, com os seus 78 cm é pequenina para a idade.
Mas fiquei mesmo abismada foi quando vi que ela "apenas" pesa 11,6 kg - nós éramos capazes de jurar que ela já tinha, no mínimo, uns bons 13 kg!

Saturday, 13 June 2015

Férias em Portugal

Decidimos ir à Madeira por 2 semanas. Já não iamos "a casa" desde Fevereiro do ano passado - quase há um ano e meio.
Temos optado por viajar pela Transavia pois é a única companhia aérea que faz vôos directos de Amsterdão para a Madeira mas desta vez quisémos experimentar ir pela TAP, fazendo escala em Lisboa.
Ora, tudo teria corrido bem não fosse termos feito pontaria para viajar num dia em que ventos fortes se tinham apoderado da ilha.
O vôo Amsterdão-Lisboa correu às mil maravilhas. A escala em Lisboa deu para esticarmos um pouco as pernas dentro do aeroporto. O problema foi quando começámos a aproximação ao aeroporto no vôo Lisboa-Funchal.
Sem possibilidade de sequer tentar aterrar, fomos desviados para Porto Santo para reabastecer. Quisémos sair lá mas não nos davam a bagagem de porão. Nova tentativa em vão de aproximação ao aeroporto de Santa Cruz e regressámos a Lisboa. Muito stress depois e lá passámos a noite, acabando por aterrar na Madeira ao fim da tarde do dia seguinte, num vôo extra que abriu especificamente para os muitos passageiros dos vários vôos da véspera que tinham ficado por terra.
A Maria portou-se como uma campeã, mesmo com tanto entra e sai de avião e tempo passado dentro do aeroporto de Lisboa, e foi elogiada por várias assistentes de bordo por ser tão bem comportada.
Depois de finalmente chegados à Madeira e com um dia de férias perdido, levámos outro dia a recuperar o sono e recarregar as baterias. Maria até fez uma sesta mais de 3 horas!
E a partir daí tem sido estar na companhia de avós, bisavós, tios, primos e amigos.
A Maria solta valentes gargalhadas na brincadeira com as primas. Andou a correr pela casa atrás de uma prima , aos pulos em cima da cama com outra prima... Teve mimos e mais mimos da família e amigos. Provou camarão e amêijoas mas não gostou. Já peixe, se mais havia mais ela comia! Foi garoupa, atum fresco em escabeche, chicharros fritos...
Fomos jantar fora com amigos e ficou acordada até às 11 horas da noite "ao estilo tuga" - uma verdadeira noitada.
Pude apaparicar um pouco as minhas sobrinhas (que já estão com 16 anos e quase 12) e dar-lhes muitos abraços para matar a saudade do corpo de senti-las junto a mim.
Aproveitei para ir à minha "antiga" cabeleireira e deixei lá 80% do meu cabelo com um bom corte.
Café "rápido" com amigas que se prolongou por uma hora - oh coisa boa!
Poder estar presente no dia do Crisma da minha sobrinha mais velha,  convívio familiar, como nos "velhos tempos".
Fomos pela primeira vez a uma aula de natação para bebés e Maria adorou aquilo; foi fantástico partilhar aquele momento com ela, ver-lhe a alegria estampada no rosto e ouvir-lhe as gargalhadas.
Mais uma vez, comoveu-me o facto de amigos (que sabemos terem uma vida bem ocupada com trabalho e filhos) fazerem questão de arranjar tempo para estarem connosco.
Descansámos pouco. Convivemos muito. Os pais mimaram-nos com algumas das nossas comidas preferidas.
Até que Maria começou a fazer febre lá pelo início da segunda semana de férias acabando por regressar à Holanda adoentada - alguma virose... já está melhor felizmente. É claro que os planos para os últimos dias acabaram por ser alterados/cancelados e, mais uma vez, acabámos por não rever todos os amigos mais chegados como queriamos. Mas não podemos reclamar, estas férias à Madeira já foram bem melhores do que as do ano passado!
E a Maria desenvolveu tanto a fala. De repente, começou a dizer uma mão cheia de palavras novas!
E notava-se perfeitamente como estas férias foram o equivalente do paraíso para ela: estarmos os 3 juntos em família, durante 2 semanas, sem horário para acordar, sem correrias de manhã, com muita brincadeira e a presença constante dos pais... Maria irradiava felicidade.
E eu também. Foi como que uma benção disfrutar tanto da presença da minha filha, após 3 meses e meio de regresso ao trabalho.
Mas mais uma vez, apercebi-me que aquele já não é o meu Shangri-La. Não consegui encontrar a beleza que outrora via sempre naquela ilha e que renovava as energias. E essa constatação voltou a entristecer-me.
Regressámos à Holanda passadas 2 semanas. Fomos 3 e regressámos 5. A Sandra e o Cristiano, amigos da Madeira, decidiram mudar-se para a Holanda e então viemos no mesmo vôo.
É bom ter novamente casa cheia por uns tempos :)

Todos os dias Maria desenhava

Novidade: correr atrás dos pombos

Na brincadeira com o primo Duarte