Eu tinha um plano para quando voltasse a trabalhar. Um plano baseado na suposição de que, nesta empresa, também seriam flexíveis com o horário de trabalho, à semelhança do que acontecia nas outras duas empresas em que trabalhei aqui. Do tipo, poder entrar às 7h30 para sair às 16h00, ou algo assim.
Acontece que na empresa onde comecei a trabalhar isso não se aplica. O horário é das 9h00 às 17h30; raramente alguém chega a horas mas também é comum sairem já depois da hora.
Por outro lado, também contava que se fosse trabalhar para "tão longe" como Amsterdão, teria um lugar de estacionamento - o que também não é o caso.
Ora, isto significa que levo cerca de 1h30 para chegar ao trabalho em transportes públicos. No total, são cerca de 3 horas perdidas por dia.
E se de manhã, conseguimos entrar os 3 numa boa rotina em que nos arranjamos, tomamos pequeno-almoço e preparamos a Maria de modo a sairmos juntos de casa a tempo de deixá-la na creche e seguirmos para o trabalho, já ao fim do dia não é bem assim.
Raramente consigo chegar a casa antes das 19h30 e, muitas vezes, a Maria já está a dormir.
Esta é a parte que está a dar cabo de mim, o mal ver a Maria durante a semana, o não estar lá para brincar um pouco com ela e dar-lhe um abraço apertado e o beijo de boa noite.
Custa. Muito. E os fins-de-semana, esses, passam num piscar de olhos.
A parte boa é que esta situação está a fortalecer a relação da Maria com o Pai. Sinto-os mais cúmplices e isso é muito bom.
Enfim, obviamente que não vamos poder continuar nesta situação para sempre. Eu não aguento este horário, a este ritmo e nestas condições por muito mais tempo.
Vamos encontrar uma solução. Uma que traga mais tempo livre para passarmos em família. Uma que também me permita passar 1 ou 2 horas com a minha filha ao fim do dia, antes de ela ir dormir.
Que saudades eu tenho dela...
Ora, isto significa que levo cerca de 1h30 para chegar ao trabalho em transportes públicos. No total, são cerca de 3 horas perdidas por dia.
E se de manhã, conseguimos entrar os 3 numa boa rotina em que nos arranjamos, tomamos pequeno-almoço e preparamos a Maria de modo a sairmos juntos de casa a tempo de deixá-la na creche e seguirmos para o trabalho, já ao fim do dia não é bem assim.
Raramente consigo chegar a casa antes das 19h30 e, muitas vezes, a Maria já está a dormir.
Esta é a parte que está a dar cabo de mim, o mal ver a Maria durante a semana, o não estar lá para brincar um pouco com ela e dar-lhe um abraço apertado e o beijo de boa noite.
Custa. Muito. E os fins-de-semana, esses, passam num piscar de olhos.
A parte boa é que esta situação está a fortalecer a relação da Maria com o Pai. Sinto-os mais cúmplices e isso é muito bom.
Enfim, obviamente que não vamos poder continuar nesta situação para sempre. Eu não aguento este horário, a este ritmo e nestas condições por muito mais tempo.
Vamos encontrar uma solução. Uma que traga mais tempo livre para passarmos em família. Uma que também me permita passar 1 ou 2 horas com a minha filha ao fim do dia, antes de ela ir dormir.
Que saudades eu tenho dela...





























